Paróquia Sagrada Família

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Presidente Epitácio, São Paulo, Brazil
Horários de Missas: Segunda à Sexta feira 7:00 horas; Quinta-feira 19:30 horas; Sabado: 09:00 Missas com Crianças; Domingos: 07:00horas e 19:00 horas

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Na mensagem para a Quaresma 2012




Sua Santidade o papa Bento XVI publicou hoje, 07 de fevereiro, a sua mensagem para a Quaresma 2012. No texto, o Santo Padre pede aos católicos de todo o mundo que neste período haja reflexão, no sentido de “prestarmos atenção uns aos outros”, com “preocupação concreta pelos mais pobres”. Na mensagem, o papa faz o chamamento dos cristãos à “responsabilidade pelo irmão”. Isto é, que estejamos atentos “aos sofrimentos físicos, quer às exigências espirituais e morais da vida”. 

Leia na íntegra o texto divulgado pela Santa Sé: 

Irmãos e irmãs! 

Quaresma oferece-nos a oportunidade de reflectir mais uma vez sobre o cerne da vida cristã: o amor. Com efeito este é um tempo propício para renovarmos, com a ajuda da Palavra de Deus e dos Sacramentos, o nosso caminho pessoal e comunitário de fé. Trata-se de um percurso marcado pela oração e a partilha, pelo silêncio e o jejum, com a esperança de viver a alegria pascal. 

Desejo, este ano, propor alguns pensamentos inspirados num breve texto bíblico tirado da Carta aos Hebreus: «Prestemos atenção uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras» (10, 24). Esta frase aparece inserida numa passagem onde o escritor sagrado exorta a ter confiança em Jesus Cristo como Sumo Sacerdote, que nos obteve o perdão e o acesso a Deus. O fruto do acolhimento de Cristo é uma vida edificada segundo as três virtudes teologais: trata-se de nos aproximarmos do Senhor «com um coração sincero, com a plena segurança da fé» (v. 22), de conservarmos firmemente «a profissão da nossa esperança» (v. 23), numa solicitude constante por praticar, juntamente com os irmãos, «o amor e as boas obras» (v. 24). Na passagem em questão afirma-se também que é importante, para apoiar esta conduta evangélica, participar nos encontros litúrgicos e na oração da comunidade, com os olhos fixos na meta escatológica: a plena comunhão em Deus (v. 25). Detenho-me no versículo 24, que, em poucas palavras, oferece um ensinamento precioso e sempre actual sobre três aspectos da vida cristã: prestar atenção ao outro, a reciprocidade e a santidade pessoal. 

1.    «Prestemos atenção»: a responsabilidade pelo irmão. 

O primeiro elemento é o convite a «prestar atenção»: o verbo grego usado é katanoein, que significa observar bem, estar atento, olhar conscienciosamente, dar-se conta de uma realidade. Encontramo-lo no Evangelho, quando Jesus convida os discípulos a «observar» as aves do céu, que não se preocupam com o alimento e todavia são objecto de solícita e cuidadosa Providência divina (cf. Lc 12, 24), e a «dar-se conta» da trave que têm na própria vista antes de reparar no argueiro que está na vista do irmão (cf. Lc 6, 41). Encontramos o referido verbo também noutro trecho da mesma Carta aos Hebreus, quando convida a «considerar Jesus» (3, 1) como o Apóstolo e o Sumo Sacerdote da nossa fé. Por conseguinte o verbo, que aparece na abertura da nossa exortação, convida a fixar o olhar no outro, a começar por Jesus, e a estar atentos uns aos outros, a não se mostrar alheio e indiferente ao destino dos irmãos. Mas, com frequência, prevalece a atitude contrária: a indiferença, o desinteresse, que nascem do egoísmo, mascarado por uma aparência de respeito pela «esfera privada». Também hoje ressoa, com vigor, a voz do Senhor que chama cada um de nós a cuidar do outro. Também hoje Deus nos pede para sermos o «guarda» dos nossos irmãos (cf. Gn 4, 9), para estabelecermos relações caracterizadas por recíproca solicitude, pela atenção ao bem do outro e a todo o seu bem. O grande mandamento do amor ao próximo exige e incita a consciência a sentir-se responsável por quem, como eu, é criatura e filho de Deus: o facto de sermos irmãos em humanidade e, em muitos casos, também na fé deve levar-nos a ver no outro um verdadeiro alter ego, infinitamente amado pelo Senhor. Se cultivarmos este olhar de fraternidade, brotarão naturalmente do nosso coração a solidariedade, a justiça, bem como a misericórdia e a compaixão. O Servo de Deus Paulo VI afirmava que o mundo actual sofre sobretudo de falta de fraternidade: «O mundo está doente. O seu mal reside mais na crise de fraternidade entre os homens e entre os povos, do que na esterilização ou no monopólio, que alguns fazem, dos recursos do universo» (Carta enc. Populorum progressio, 66). 

A atenção ao outro inclui que se deseje, para ele ou para ela, o bem sob todos os seus aspectos: físico, moral e espiritual. Parece que a cultura contemporânea perdeu o sentido do bem e do mal, sendo necessário reafirmar com vigor que o bem existe e vence, porque Deus é «bom e faz o bem» (Sal 119/118, 68). O bem é aquilo que suscita, protege e promove a vida, a fraternidade e a comunhão. Assim a responsabilidade pelo próximo significa querer e favorecer o bem do outro, desejando que também ele se abra à lógica do bem; interessar-se pelo irmão quer dizer abrir os olhos às suas necessidades. A Sagrada Escritura adverte contra o perigo de ter o coração endurecido por uma espécie de «anestesia espiritual», que nos torna cegos aos sofrimentos alheios. O evangelista Lucas narra duas parábolas de Jesus, nas quais são indicados dois exemplos desta situação que se pode criar no coração do homem. Na parábola do bom Samaritano, o sacerdote e o levita, com indiferença, «passam ao largo» do homem assaltado e espancado pelos salteadores (cf. Lc 10, 30-32), e, na do rico avarento, um homem saciado de bens não se dá conta da condição do pobre Lázaro que morre de fome à sua porta (cf. Lc 16, 19). Em ambos os casos, deparamo-nos com o contrário de «prestar atenção», de olhar com amor e compaixão. O que é que impede este olhar feito de humanidade e de carinho pelo irmão? Com frequência, é a riqueza material e a saciedade, mas pode ser também o antepor a tudo os nossos interesses e preocupações próprias. Sempre devemos ser capazes de «ter misericórdia» por quem sofre; o nosso coração nunca deve estar tão absorvido pelas nossas coisas e problemas que fique surdo ao brado do pobre. Diversamente, a humildade de coração e a experiência pessoal do sofrimento podem, precisamente, revelar-se fonte de um despertar interior para a compaixão e a empatia: «O justo conhece a causa dos pobres, porém o ímpio não o compreende» (Prov 29, 7). Deste modo entende-se a bem-aventurança «dos que choram» (Mt 5, 4), isto é, de quantos são capazes de sair de si mesmos porque se comoveram com o sofrimento alheio. O encontro com o outro e a abertura do coração às suas necessidades são ocasião de salvação e de bem-aventurança. 

O fato de «prestar atenção» ao irmão inclui, igualmente, a solicitude pelo seu bem espiritual. E aqui desejo recordar um aspecto da vida cristã que me parece esquecido: a correcção fraterna, tendo em vista a salvação eterna. De forma geral, hoje é-se muito sensível ao tema do cuidado e do amor que visa o bem físico e material dos outros, mas quase não se fala da responsabilidade espiritual pelos irmãos. Na Igreja dos primeiros tempos não era assim, como não o é nas comunidades verdadeiramente maduras na fé, nas quais se tem a peito não só a saúde corporal do irmão, mas também a da sua alma tendo em vista o seu destino derradeiro. Lemos na Sagrada Escritura: «Repreende o sábio e ele te amará. Dá conselhos ao sábio e ele tornar-se-á ainda mais sábio, ensina o justo e ele aumentará o seu saber» (Prov 9, 8-9). O próprio Cristo manda repreender o irmão que cometeu um pecado (cf. Mt 18, 15). O verbo usado para exprimir a correcção fraterna – elenchein – é o mesmo que indica a missão profética, própria dos cristãos, de denunciar uma geração que se faz condescendente com o mal (cf. Ef 5, 11). A tradição da Igreja enumera entre as obras espirituais de misericórdia a de «corrigir os que erram». É importante recuperar esta dimensão do amor cristão. 

Não devemos ficar calados diante do mal. Penso aqui na atitude daqueles cristãos que preferem, por respeito humano ou mera comodidade, adequar-se à mentalidade comum em vez de alertar os próprios irmãos contra modos de pensar e agir que contradizem a verdade e não seguem o caminho do bem. Entretanto a advertência cristã nunca há-de ser animada por espírito de condenação ou censura; é sempre movida pelo amor e a misericórdia e brota duma verdadeira solicitude pelo bem do irmão. Diz o apóstolo Paulo: «Se porventura um homem for surpreendido nalguma falta, vós, que sois espirituais, corrigi essa pessoa com espírito de mansidão, e tu olha para ti próprio, não estejas também tu a ser tentado» (Gl 6, 1). Neste nosso mundo impregnado de individualismo, é necessário redescobrir a importância da correcção fraterna, para caminharmos juntos para a santidade. É que «sete vezes cai o justo» (Prov 24, 16) – diz a Escritura –, e todos nós somos frágeis e imperfeitos (cf. 1 Jo 1, 8). Por isso, é um grande serviço ajudar, e deixar-se ajudar, a ler com verdade dentro de si mesmo, para melhorar a própria vida e seguir mais rectamente o caminho do Senhor. Há sempre necessidade de um olhar que ama e corrige, que conhece e reconhece, que discerne e perdoa (cf. Lc 22, 61), como fez, e faz, Deus com cada um de nós. 

2. «Uns aos outros»: o dom da reciprocidade. 

O fato de sermos o «guarda» dos outros contrasta com uma mentalidade que, reduzindo a vida unicamente à dimensão terrena, deixa de a considerar na sua perspectiva escatológica e aceita qualquer opção moral em nome da liberdade individual. Uma sociedade como a actual pode tornar-se surda quer aos sofrimentos físicos, quer às exigências espirituais e morais da vida. Não deve ser assim na comunidade cristã! O apóstolo Paulo convida a procurar o que «leva à paz e à edificação mútua» (Rm 14, 19), favorecendo o «próximo no bem, em ordem à construção da comunidade» (Rm 15, 2), sem buscar «o próprio interesse, mas o do maior número, a fim de que eles sejam salvos» (1 Cor 10, 33). Esta recíproca correcção e exortação, em espírito de humildade e de amor, deve fazer parte da vida da comunidade cristã. 

Os discípulos do Senhor, unidos a Cristo através da Eucaristia, vivem numa comunhão que os liga uns aos outros como membros de um só corpo. Isto significa que o outro me pertence: a sua vida, a sua salvação têm a ver com a minha vida e a minha salvação. Tocamos aqui um elemento muito profundo da comunhão: a nossa existência está ligada com a dos outros, quer no bem quer no mal; tanto o pecado como as obras de amor possuem também uma dimensão social. Na Igreja, corpo místico de Cristo, verifica-se esta reciprocidade: a comunidade não cessa de fazer penitência e implorar perdão para os pecados dos seus filhos, mas alegra-se contínua e jubilosamente também com os testemunhos de virtude e de amor que nela se manifestam. Que «os membros tenham a mesma solicitude uns para com os outros» (1 Cor 12, 25) – afirma São Paulo –, porque somos um e o mesmo corpo. O amor pelos irmãos, do qual é expressão a esmola – típica prática quaresmal, juntamente com a oração e o jejum – radica-se nesta pertença comum. Também com a preocupação concreta pelos mais pobres, pode cada cristão expressar a sua participação no único corpo que é a Igreja. E é também atenção aos outros na reciprocidade saber reconhecer o bem que o Senhor faz neles e agradecer com eles pelos prodígios da graça que Deus, bom e omnipotente, continua a realizar nos seus filhos. Quando um cristão vislumbra no outro a acção do Espírito Santo, não pode deixar de se alegrar e dar glória ao Pai celeste (cf. Mt 5, 16). 

3. «Para nos estimularmos ao amor e às boas obras»: caminhar juntos na santidade. 

Esta afirmação da Carta aos Hebreus (10, 24) impele-nos a considerar a vocação universal à santidade como o caminho constante na vida espiritual, a aspirar aos carismas mais elevados e a um amor cada vez mais alto e fecundo (cf. 1 Cor 12, 31 – 13, 13). A atenção recíproca tem como finalidade estimular-se, mutuamente, a um amor efectivo sempre maior, «como a luz da aurora, que cresce até ao romper do dia» (Prov 4, 18), à espera de viver o dia sem ocaso em Deus. O tempo, que nos é concedido na nossa vida, é precioso para descobrir e realizar as boas obras, no amor de Deus. Assim a própria Igreja cresce e se desenvolve para chegar à plena maturidade de Cristo (cf. Ef 4, 13). É nesta perspectiva dinâmica de crescimento que se situa a nossa exortação a estimular-nos reciprocamente para chegar à plenitude do amor e das boas obras. 

Infelizmente, está sempre presente a tentação da tibieza, de sufocar o Espírito, da recusa de «pôr a render os talentos» que nos foram dados para bem nosso e dos outros (cf. Mt 25, 24-28). Todos recebemos riquezas espirituais ou materiais úteis para a realização do plano divino, para o bem da Igreja e para a nossa salvação pessoal (cf. Lc 12, 21; 1 Tm 6, 18). Os mestres espirituais lembram que, na vida de fé, quem não avança, recua. Queridos irmãos e irmãs, acolhamos o convite, sempre actual, para tendermos à «medida alta da vida cristã» (João Paulo II, Carta ap. Novo millennio ineunte, 31). A Igreja, na sua sabedoria, ao reconhecer e proclamar a bem-aventurança e a santidade de alguns cristãos exemplares, tem como finalidade também suscitar o desejo de imitar as suas virtudes. São Paulo exorta: «Adiantai-vos uns aos outros na mútua estima» (Rm 12, 10). 

Que todos, à vista de um mundo que exige dos cristãos um renovado testemunho de amor e fidelidade ao Senhor, sintam a urgência de esforçar-se por adiantar no amor, no serviço e nas obras boas (cf. Heb 6, 10). Este apelo ressoa particularmente forte neste tempo santo de preparação para a Páscoa. Com votos de uma Quaresma santa e fecunda, confio-vos à intercessão da Bem-aventurada Virgem Maria e, de coração, concedo a todos a Bênção Apostólica.

Evangelho do Dia

Mc, 7 - 13

Queridos muita atenção para a mensagem do Evangelho de hoje. Nossas práticas de piedade, quando contaminadas pelo fanatismo, ao invés  de ser caminho seguro para se chegar em plena comunhão com Deus, podem se tornar o maior obstáculo. Cumprir a vontade de Deus não é apenas o melhor e único obstáculo para se chegar a plena comunhão com Ele, mas também o parametro para revisarmos constantemente o sentido e a importancia que damos as nossas práticas religiosas. Seminarista Jorge Fortunato Junior

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Formação na Paroquia

Esta sendo realizada nesta semana de 06 a 09 de Fevereiro a Formação para Catequista, Ministros e Coordenadores de Patorais da nossa comunidade.
Esta formação será administrada pelo Padre Fernando da Paróquia N.S.Aparecida de Álvares Machado. Neste Primeiro dia tivemos uma participação de 183 pessoas. 

Fotos do Primeiro Dia.






Aos que fizeram a perseverança neste ultimo final de semana.

Queridos filhos e filhas venho por meio deste desejar a todos os que fizeram o retiro perseverança muita paz, pois acredito que voçes puderam ter um final de semana abençoado por Deus em todos os momentos em que estivemos juntos acreditamos em voçes. E também a todos que estiveram trabalhando neste retiro que Cristo em sua infinita bondade possa retribui-los com toda graça que voçes precisam em sua vida parabéns por estarem fazendo parte da mece do Senhor Deus na paróquia sagrada familia abençoe a todos. Seminarista Jorge Fortunato Junior

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

ESCALA MINISTROS PARÓQUIA SAGRADA FAMÍLIA – FEVEREIRO


SÁBADO
DOMINGO

DIA 02
 19:30 HS/
 S.FAMILIA

TEODORO
BETE



DIA 05
7:00HS/
S.FAMILIA
PIRATELLI
NEIDE
FALCÃO
SONIA

DIA 05
9:00HS/
IMACULADO

ANA ROSA
NIVALDO
EDILEUZA
DIA 05
19:00HS/
S.FAMILIA

ELIZEU
DIANA
WILSON 
MONICA

DIA 09
 19:30 HS/
 S.FAMILIA

NIVALDO
EDILEUZA

DIA 12
7:00HS/
S.FAMILIA

OSIA
LUIZ AMARO
JOSE GONÇALVES
SENHORINHA

DIA 12
9:00 HS
 IMACULADO

JOÃO
MARLI
NEIDE ROCHA


DIA 12
19:00HS/
S.FAMILIA

JOSÉ WILSON
GERSON
ADEMIR
DEOLINA 


DIA 16
 19:30 HS/
S.FAMILIA

SEBASTIÃO
ANA

DIA 18 20:00 HS
CURA E LIBERTAÇÃO

PAULO
IRENE
CLAUDIO FALCÃO
CRISTIANE

DIA 19
7:00HS/
S.FAMILIA

CHICÃO
EDINEIDE
EVANDRO
ISABEL  

DIA 19
9:00HS/
IMACULADO

IVONETE
FATIMA
PEDRO
DIA 19
19:00HS/
S.FAMILIA

ERNANI
CELINA
HUMBERTO
MARGARETHE



DIA 23
 19:30 HS/
S.FAMILIA

HAMILTOM
FATIMA CRESCENCIO



DIA 26
7:00HS/
S.FAMILIA

MARCELO
ROSE
LEIDE
HELENHINHA
DIA 26
9:00 HS
 IMACULADO

JOSÉ VILHALVA
ANA ROSA
JOÃO

DIA 26
19:00HS/
S.FAMILIA
CELIA
MARIA MONTANH.
MARIO
LOANA
DIA 06
FATIMA

DIA 13
EDINEIDE

DIA 20
NIVALDO

DIA 27
IRENE




REUNIÃO DE MINISTROS 3º DOMINGO ÀS 10:30 HS IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA

A importância dos sacramentos

Imagem de Destaque






O Espírito Santo cura e transforma aqueles que os recebem


Muitos católicos possuem dúvidas de fé, mesmo entre os mais inseridos em diversas pastorais. Diante desta realidade o Papa Bento XVI tem se pronunciado constantemente sobre a importância do estudo do Catecismo da Igreja Católica (CIC) para o revigoramento dos conteúdos fundamentais da fé. Prova disso é a Carta Apostólica sob forma de Motu Proprio – PORTA FIDEI, na qual o Santo Padre proclamou que a partir de 11 de outubro a Igreja viverá o "Ano da Fé".

O Sumo Pontífice afirma, nesta carta, que no ano em questão, o Catecismo da Igreja Católica poderá ser um verdadeiro instrumento de apoio da fé e de formação dos cristãos neste tempo tão complexo. Certamente, o conhecimento da fé leva a uma vivência mais autêntica dos sacramentos e aproxima o homem dos mistérios de Cristo.

Mas o que são sacramentos? Quais são eles? Qual é a relação entre sacramento e fé? Por que eles são eficazes? O que é a graça sacramental? E outras perguntas deste gênero a respeito do sacramento são constantes na vida do cristão.

Fundamentado no Catecismo da Igreja Católica encontramos tais respostas que seguramente contribuem não apenas para o conhecimento intelectual, mas sobretudo para a intimidade com Cristo, razão única da vivência da fé. Os parágrafos 1113 a 1134 são dedicados ao Ministério Pascal nos Sacramentos da Igreja.

O Catecismo da Igreja Católica afirma que os  sacramentos são sinais sensíveis e eficazes da graça, instituídos por Cristo e confiados à Igreja, mediante os quais nos é concedida a vida divina. São sete os sacramentos: Batismo, Confirmação – Crisma, Eucaristia, Penitência – Confissão, Unção dos enfermos, Ordem e Matrimônio.

Os sacramentos são necessários para a salvação, porque conferem as graças sacramentais como o perdão dos pecados, a adoção de filhos de Deus, a conformação a Cristo Senhor e a pertença à Igreja. O Espírito Santo cura e transforma aqueles que os [sacramentos] recebem. Estes sinais Cristo confiou à sua Igreja, portanto, os sacramentos são da Igreja, sendo ação de Cristo, e a edificando. Eles são eficazes porque é Cristo que neles age e comunica a graça que significam, independentemente da santidade pessoal do ministro, ainda que os frutos dos sacramentos dependam também das disposições de quem os recebe. Existe uma relação íntima entre os sacramentos e a fé, estes não apenas supõem a fé como também, por meio das palavras e elementos rituais, a alimentam, fortificam e exprimem. Ao celebrá-los, a Igreja confessa a fé apostólica, isto é, a Igreja crê no que reza.

Portanto, os sacramentos possuem um selo espiritual de proteção divina, configurando o cristão a Cristo, sendo, pois, consagrado ao culto divino e ao serviço da Igreja. Enfim, neles há uma graça do Espírito Santo, dada por Cristo e própria de cada sacramento. Essa graça ajuda o fiel no seu caminho de santidade, bem como no crescimento da caridade e do testemunho. Dessa forma, o mergulho profundo no mistério dos sacramentos, por intermédio do conhecimento da fé, conduz o cristão ao próprio Cristo.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Missa de cura e libertação dia 11 de Fevereiro




Neste mês de Fevereiro devido as os vários eventos que serão realizados em nossa paroquia ,  na semana do carnaval, como retiro dos jovens , e outros estaremos antecipando o Dia da Missa de Cura e Libertação para o dia 11 de Fevereiro as 20:00 horas. 


Pois quando confiamos e acreditamos, o Senhor tem o poder, de realiza milagres em nossas vidas,casas,e em nossas famílias.
Tema: Realiza um milagre em mim.

Hoje comemoramos a apresentação do Senhor no Templo

Evangelho Lc, 22 -40

Corramos todos ao vosso encontro ó Cristo, nós que sincera e profundamente adoramos vosso mistério, a vós nos encaminhamos cheiros de alegria. Vamos com velas acesas, simbolos de vosso divino explendo. chegou a luz que ilumina todo homem e que vem a este mundo. Todos juntos vimos a vós ó Cristo, para nos deixar invadir pelo vosso explendor, para receber-vos com o velho Simeão, ó viva e eterna Luz. (S. Sofronio de Jerusalém).

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Evangelho do dia

Mc 6, 1 -6
Queridos irmão hoje a liturgia nos mostra que Jesus não continua sendo aceito por muitos dos seus e pelos de fora da comunidade eclesial. O segundo caso é aceitavel, mas o primeiro é lastimavel! Precisamos de uma fé viva e de uma entrega total a pessoa e a obra de Jesus; só assim ele fará maravilhas em nossas vidas, familias, amigos, planos, sonhos, Deus não tem a obrigação de responder as nossas expectativas somos nós que precisamos aceitar as surpreendentes manifestações do Senhor. Seminarista Jorge Ap Fortunato Junior

As intenções de oração do Papa para o mês de fevereiro


Luciane Marins
Da Redação


Arquivo
Intenções: Pelo acesso de todos aos recursos naturais e pelos agentes de saúde nos países mais pobres
As intenções de oração do Papa Bento XVI para o mês de fevereiro estão relacionadas ao acesso a recursos naturais e aos agentes de saúde nos países pobres.

Na intenção geral, Bento XVI pede que todos os povos tenham acesso à água e aos recursos necessários ao sustento cotidiano.

E na intenção missionária, o Santo Padre reza para que o Senhor sustente o esforço dos agentes de saúde das regiões mais pobres na assistência aos enfermos e aos anciãos.

Todos os meses, o Pontífice confia suas intenções ao Apostolado da Oração, uma iniciativa que é seguida por milhões de pessoas em todo mundo.

“Ficai conosco, Senhor, acompanhai-nos, ainda que nem sempre tenhamos sabido reconhecer-vos. Ficai conosco, porque as sombras vão se tornando densas ao nosso redor, e vós sois a Luz; em nossos corações se insinua a desesperança, e vós nos fazeis arder com a certeza da Páscoa. Estamos cansados do caminho, mas vós nos confortais na fração do pão para anunciar aos nossos irmãos que na verdade vós ressuscitastes e nos destes a missão de ser testemunhas da vossa ressurreição.”

( Bento XVI, Discurso inaugural na V Conferência em Aparecida)

Missa e Benção de São Brás


Nesta Sexta Feira 03 de Fevereiro se comemora o dia de São Brás, protetor dos males da garganta e será realizada a Benção de São Brás na missa de quinta feira dia 02 as 19:30 na Matriz Sagrada Família.