Paróquia Sagrada Família

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Presidente Epitácio, São Paulo, Brazil
Horários de Missas: Segunda à Sexta feira 7:00 horas; Quinta-feira 19:30 horas; Sabado: 09:00 Missas com Crianças; Domingos: 07:00horas e 19:00 horas

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Quaresma uma nova relação com Deus


O caminho de regresso a Deus, que representa o tempo de Quaresma iniciado pela Igreja na Quarta-feira de Cinzas, tem na oração, no jejum e na esmola três pontos de apoio fundamentais.

O contexto atual exige mais que nunca viver a Quaresma como um caminho de regresso profundo  do coração do homem, da sua vida, das suas organizações sociais ao  rosto de Jesus, para que chegue ao coração amoroso do Pai-Criador.

Cenários internacionais de conflito e de violência impõem a necessidade de redescobrir o caminho da paz como via de diálogo e de justiça, algo que passa através da conversão do coração de cada homem e mulher de nosso tempo, isto é, do coração de todos nós.

Também a sociedade secularizada evidencia a necessidade de redescobrir os horizontes da esperança, algo que só o Deus vivo pode dar. Por isto é importante voltar a Deus seguindo a Cristo Jesus, caminho, verdade e vida.

Para isso a Quaresma apresenta três meios sensíveis de conversão: a oração, o jejum e a esmola. Para o cristão verdadeiro e desejoso de conhecer a eternidade, orar significa deixar-se amar pelo Pai, pôr-se em atitude de escuta, de docilidade interior e apresentar-lhe tudo o que somos, nossas expectativas e esperanças; é viver a oração como um sacrifício de louvor e de intercessão.

A oração também significa unir-nos a Jesus na Igreja e a seu Corpo na história e abrir-nos ao sopro do Espírito Santo, que faz novas todas as coisas. Com sabedoria, buscar a oração na Trindade Santa,  é o que devemos descobrir cada vez mais, na oração cotidiana.

Por outro lado, o jejum na grande tradição espiritual, tem um sentido escatológico, como quando se espera um momento importante; é como passar a um segundo plano a necessidade física de alimentar-se ao estar nutrido por este desejo e esta espera. O jejum, não é um simples meio, perdido no meio de tantas outras práticas cristãs

Na tradição cristã, o jejum representa, sobretudo, a dimensão da espera do Senhor  e a abertura do coração, despojando-se de tudo o que é obstáculo ao dom de sua vinda.

No tempo quaresmal  o jejum representa ser peregrinos para o grande dom da Páscoa e, portanto, redescobrir a necessidade e o desejo de Deus como alma profunda de nossa existência, dispondo-nos a estar vazios de nós mesmos para estar repletos d’Ele.

Por sua parte, longe de ser só um gesto de dar, a esmola é uma atitude de coração: é um coração humilde, arrependido, misericordioso, compassivo, que busca reproduzir nas relações com os demais a experiência de misericórdia que cada um de nós vive na relação com Deus.

Por isso a esmola é atenção, é concretizar, é discernimento, é dom: todas elas dimensões que foram experimentadas pelo fiel quando contempla o amor de Deus que lhe acolhe e lhe perdoa.

Fazemos um convite para todos os nossos internautas para esse novo tempo litúrgico que é a quaresma: o Portal Católico, nos seus mais diversos canais, oferece artigos, reflexões e orações para um verdadeiro Retiro Espiritual Quaresmal. Fica aqui também o convite para que nesta Quaresma busquemos redescobrir o valor do sacrifício; um pequeno sacrifício, um gesto de amor, possivelmente humilde, escondido, mas autêntico, que custe algo e que seja feito por louvor e amor a Deus e por alguém que sofra e tenha necessidade.

De fato, sem sacrifício não há amor, assim como sem amor o sacrifício seria simplesmente constrição exterior.

O sacrifício é oferecimento de amor. E não devemos esquecer o grande exemplo que nos deu Jesus e lembre-se que tanto amou Deus o mundo que não se reservou o seu próprio Filho, mas que o entregou por todos nós.

Termino o nosso editorial de abertura do tempo quaresmal com algumas frases abaixo que encontrei em minhas anotações que já nos podem ajudar a abrir o nosso Retiro Espiritual. 

           

Paz e Bem!



Pe. Oswaldo Gerolin Filho

Avisos Paroquiais

Tem inicio dia 05 /03 os encontros de catequese e dia 10/03 a Missa das Crianças as 9:00 na Matriz Sagrada Família.
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Já disponível na Secretária o Subsidio da Campanha da Fraternidade 2012 no valor de R$ 2,00
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Dia 02/03 Terá Espiritualidade com os Casais do Pac ás 20:00 horas
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Dia 25/03 Em  Alvares Machado o Retiro de Cura e Libertação  as inscrições na Secretaria até dia 05/03
OBSERVAÇÃO : TEM AINDA 75 INSCRIÇÕES DISPONÍVEIS
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Aulas de Ginástica só para mulheres ás 16:00 no ANFITEATRO INICIO  no dia 12/03.
Vaga Limitadas 40 vagas. Procurar a  secretária
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Inicio Infância Missionaria 29/02 Quarta Feira  18:30
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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Mensagem do Papa para a Quaresma 2012

“Prestemos atenção uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras”


A Quaresma tem início na Quarta-feira de Cinzas, que este ano será em 22 de fevereiro. O tema da Mensagem do Papa Bento XVI foi tirado da Carta aos Hebreus, «Prestemos atenção uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras» (Hb 10, 24).

Este período, afirma o Papa, é propício para renovarmos, com a ajuda da Palavra de Deus e dos Sacramentos, o nosso caminho pessoal e comunitário de fé: "Trata-se de um percurso marcado pela oração e a partilha, pelo silêncio e o jejum, com a esperança de viver a alegria pascal".

O primeiro ponto da Mensagem é a responsabilidade pelos irmãos. Como já dizia Paulo VI, o mundo atual sofre sobretudo de falta de fraternidade. "A responsabilidade pelo próximo significa querer e favorecer o bem do outro, desejando que também ele se abra à lógica do bem; interessar-se pelo irmão quer dizer abrir os olhos às suas necessidades."

O segundo ponto é o dom da reciprocidade. "Uma sociedade como a atual pode tornar-se surda quer aos sofrimentos físicos, quer às exigências espirituais e morais da vida. Não deve ser assim na comunidade cristã! Os discípulos do Senhor vivem numa comunhão que os liga uns aos outros como membros de um só corpo. Isto significa que o outro me pertence: a sua vida, a sua salvação têm a ver com a minha vida e a minha salvação", escreve o Pontífice.

O terceiro e último ponto é o caminhar juntos na santidade. A atenção recíproca tem como finalidade estimular-se, mutuamente, a um amor efetivo sempre maior. "Os mestres espirituais lembram que, na vida de fé, quem não avança, recua", assinala o Papa, citando o Beato João Paulo II.
Divulgada na Santa Sé aos 7 de fevereiro de 2012.

Leia a mensagem completa. Clique aqui!

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012


MISSA DA QUARTA FEIRA DE CINZA 

 19:30 NA PAROQUIA SAGRADA FAMÍLIA 


18:00 AGROVILA I


20:00 CAMPINAL 

domingo, 19 de fevereiro de 2012

AS FOTOS DO 1ª , 2º  e 3º
DIA DE CRISTO FOLIA JÁ ESTÃO DISPONÍVEL NO LINK DE FOTOS  DA PAROQUIA.



quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012





Avisos da Missa de Quinta Feira 16/02

Nos Dias 20,21 de Fevereiro não tera Expediente na Secretária Paroquial 
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Dia 18/02 - Será Realizada a Inscrições da Catequese 2012 ( nós núcleos Sagrada Família e Imaculado Coração de Maria) somente dia 18 não haverá outra data.
Das 8:00 ás 11:00 da manha e das 13:00 ás 17:00 horas.
Trazer xerox da Certidão de Batismo e Registro de Nascimento da crianças para 1ª Etapa de Eucaristia.
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De 01 de Março a 12 de Março - Será Realizada a Matricula da Catequese de Adultos, para maiores de 16 anos o curso será de 2 anos de duração e maiores de 18 anos o curso será de 1 ano. 
Inscrições na Secretaria Paroquial, somente na data acima. 
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Dia 23 de Fevereiro tem Inicio a novena de 
 Santa Terezinha

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Campanha da Fraternidade 2012

Queridos irmão e irmãs internautas é com muita fé e entusiasmo que na próxima semana estaremos iniciando mais uma campanha da fraternidade e também estaremos dando início a mais um periodo quaresmal. Deste modo, todos nós somos convidados a vivenciar este periodo de conversão e penitencia por meio de nossas orações e também termos a prática do jejum e a abstinencia de carne de maneira especial em duas datas: na quarta feira de cinzas e na sexta feira da paixão dois dias em que a  Santa Igreja recomenda a abstinencia neste periodo quresmal. Portanto, carissimos possamos nestes quarenta dias de retiro espiritual refletir nossas ações para com nosso próximo e com o próprio Cristo que caminha conosco. Deus os abençoe. Seminarista Jorge Fortunato Junior

  

Evangelho do dia

Mc 8, 27 - 33

O senhor hoje também nos pergunta quem dizeis que eu sou? Quem sou para vós? perante um mundo que prefere promessas de engano, confessamos-te filho de Deus e salvador do homem. A quem seguiremos, Senhor que não nos defraude? só tu tens palavras de vida eterna. Acreditamos em ti ressuscitado e vivo hoje como ontem, e estamos seguros: vives em nós pelo teu Espirito. Concede-nos conhecer-te a fundo pela fé e pela amizade; e faz que amando os irmãos, nos entreguemos a fascinante tarefa de te amar apaixonadamente. Amém  Seminarista Jorge Fortunato Junior

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Sacramentos são liturgia, liturgia é sacramento


Sacramentos são ações simbólico-sacramentais, pelas quais o Cristo Ressuscitado, presente em sua Igreja, nos atinge e nos transforma com seu Espírito vivificante. Por seus sinais sensíveis, quando realizados na fé, trazem presente e realizam em nós aquilo que significam: a salvação, a páscoa, a chegada do Reino, nossa comunhão em Deus.

Acontece que toda essa teologia que encontramos no início da constituição conciliar sobre a Sagrada Liturgia (SC 5-8) não diz respeito somente aos sacramentos, mas à liturgia como um todo. Basta olhar a seqüência dos capítulos da constituição para nos darmos conta disso. Vejam: o capítulo primeiro trata da liturgia em geral (incluindo os sacramentos); os capítulos seguintes tratam de várias celebrações litúrgicas específicas ou de alguns de seus elementos: Eucaristia, demais sacramentos e sacramentais, ofício divino, ano litúrgico, música sacra, arte sacra e sagradas alfaias.

Portanto, não somente nos gestos centrais dos sacramentos Cristo está presente e atua com seu Espírito, mas em todas as celebrações litúrgicas (ofício divino, por exemplo) e na celebração litúrgica como um todo, em todos os seus elementos (assembléia, ministérios, palavra, música, silêncio, gestos e atitudes do corpo, ano litúrgico, espaço sagrado...). Vale a pena reler o n. 7 da constituição conciliar, que fala dessas várias maneiras de Cristo estar presente na liturgia: no ministro da celebração eucarística, no pão e no vinho eucarísticos, nos sacramentos, pela sua palavra, quando a Igreja ora e salmodia:

“Para levar a efeito obra tão importante [obra da salvação], Cristo está presente em sua Igreja, sobretudo nas ações litúrgicas. Presente está no sacrifício da missa, tanto na pessoa do ministro, “pois aquele que agora oferece pelo ministério dos sacerdotes é o mesmo que outrora se ofereceu na cruz”, como sobretudo sob as espécies eucarísticas. Presente está pela sua força nos sacramentos, de tal forma que quando alguém batiza é Cristo mesmo que batiza. Presente está pela sua palavra, pois é ele mesmo que fala quando se lêem as Sagradas Escrituras na igreja. Está presente finalmente quando a Igreja ora e salmodia, ele que prometeu: “Onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome, aí estarei no meio deles” (Mt 18, 20)”.

Assim, a liturgia como um todo é celebrado sacramental do mistério pascal de Jesus Cristo. A liturgia como um todo tem força simbólico-sacramental e como tal deve ser celebrada e vivida.

A cada gesto, a cada palavra, a cada olhar..., estamos trazendo presente e atuante (ou não!) o mistério e a força da páscoa de Jesus, que veio para transformar nossas vidas: entrar na igreja, andar, encontrar-se com os irmãos, fazer o sinal da cruz, abraçar-nos uns aos outros(as), beijar o altar, proclamar ou ouvir a palavra, cantar, mergulhar no silêncio, ver as flores que enfeitam o espaço de celebração... Em todos esses gestos e momentos, podemos viver (ou não!) o encontro com o Ressuscitado e, através dele, com o Pai, no Espírito Santo.

Perguntas para reflexão pessoal ou em grupos:
1. Vamos ler juntos e comentar o número 7 da Constituição Sacrosanctum Concilium?
2. Olhando para as nossas comunidades: os sacramentos são valorizados e vividos como ações simbólicas?  Como podemos ajudar as pessoas a perceberem esta realidade?

Fonte: Ione Buyst
Artigo publicado na Revista de Liturgia de julho/agosto 2000, pág. 29-30 e 
no livro Celebrar com símbolos, Paulinas, pág. 55-56.

Evangelho do Dia

Mc 8, 22 - 26
A experiencia da fé é um caminhar progressivo no qual nossos olhos vão paulatinamentese abrindo e reconhecendo o quanto é maravilhoso ver as coisas, a pessoas e as situaçoes a partir da Luz de Cristo. Precisamos no entanto, ser cautelozos, porque este caminho é feito de luzes e trevas, de acertos e erros, avanços e retrocessos. É saudavel e nos ajuda muito neste processo lembrar as palavras do salmista: "Ó Senhor, eu procuro. Não esconda de mim vosso semblante, não a fasteis com ira o vosso servo. Vós sois o meu amparo (Salmo 26, 8 - 9)

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Evangelho do Dia

Mc 8, 14 - 21

"E vós ainda não compreendeis?". Esta inquietante pergunta de Jesus aos seus discipulos me leva a acreditar que o que mais aborrecia o Senhor era a imcompreensão dos discipulos. Mas esta realidadenão mudou muito nestes dois mil anos! Como nos é dificilentender e compreender que o que faz cresecer a perfeição, a libertação na plenitude humana não é o fermento dos farizeus e de Herodes, ou seja, a incredulidade mas o cultivo da fraternidade. E hoje a Igreja faz memória de São Cirilo e São Metódio


         

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Evangelho do Dia

Mc 8, 11 - 13

O ser humano gosta de colocar Deus a prova. Já pensou nisto? É muito estranho, mas é verdade! colocamos Deus a prova todas as vezes que, consciente ou inconcientemente, dizemos: "Se Deus existisse nada disso aconteceria! Se Deus nos ama, porque nos deixa passar por tantas tribulações? " Colocamos Deus a prova todas as vezes que, a exemplo dos fariseus do evangelho de hoje, ficamos pedindo um grande sinal de Deus. Usamos ainda outras tantas sutilezas para colocar Deus a prova. Quem sabe já esteja na hora de nos fazer, com seriedade e honestidade, a seguinte pergunta: porque coloco tantas vezes Deus a prova? O que estou querendo com isto? O que me falta para me abandonar nas mãos de Deus e ser um  verdadeiro cristão?

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Avisos

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Chegou o Livrinho da Campanha da Fraternidade 2012 valor de R$ 2,00. Disponível na Secretária.
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Matriculas Para Catequese 2012

Será realizada no dia 18 de Fevereiro, na Matriz Sagrada Família e no Núcleos de Catequese a matricula e confirmação de rematricula para a catequese 2012, no seguinte horário das 8:00 as 11:00 e das 13:00 as 17:00 horas, não haverá outra data somente no dia 18 .
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Reunião de Ministros próximo domingo dia 19/02 no Imaculado Coração de Maria partir 10:30
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Cristo Folia Programação

Dia 18 - Vila Esperança no Salão da Capela a partir das 20:00 horas

Dia 19 - Sagrada Família : após a Missa 

Dia 20 - São Pedro  a partir das 20:00 horas

Dia  21 - Passeio Ciclístico com saída defronte a Sagrada Família as 9:00 horas da manha e encerramento na frente da Paroquia  com grande Louvor. 

Camiseta há $ 20,00 encomendar na MIX Malhas até terça feira não tem pronta. 
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Retiro de Carnaval do Grupo Gou

Dias 18,19 e 20 
Local : Centro de Formação Paulo Apostolo 
Taxa de Inscrição  $ 40,00 
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6º DOMINGO DO TEMPO COMUM – B






Sede o rochedo que me abriga a casa bem defendida que me salva. Sois minha fortaleza e minha rocha; para honra do vosso nome, vós me conduzis e alimentais” (Sl 30,3s)



Meus irmãos,

A realidade demonstrada no Evangelho de hoje(Mc 1,40-45) é o sofrimento. O sofrimento advindo da lepra era duplamente cruel para o povo de Israel, por causa da doença em si e por causa da excomunhão advinda da mesma, prevista pela Lei Levítica, no capítulo 13. Na opinião geral do povo, a lepra devia ser obra de algum espírito muito ruim. Daí, os leprosos eram intocáveis, um tabu!

E o Evangelho de hoje vem quebrar esse tabu. O leproso reconhece em Jesus sua misteriosa “autoridade e ministério”, seu poder sobre o poder do mal e sobre a letra, como um tabu que excluía aquele que ostentava esta condição.  A purificação da lepra dependia exclusivamente daquele que estava contaminado com esta situação, porque para Deus a fé remove montanha e cura doenças.

A primeira leitura (Lv 13,1-2.44-46) ilustra a sorte do leproso: exclusão da comunidade, porque não podia permanecer em casa, ou perto de casa, ou dentro dos muros da cidade, ou à beira dos caminhos. Daí que, pior do que a condenação da lepra, era a condenação da solidão, a exclusão do convívio social de todos. O leproso era considerado um maldito de Deus, ou seja, morto para a sociedade e morto, sem esperança, para Deus. As leis judaicas acerca da lepra eram severíssimas. Quem demonstrasse apenas os sintomas da doença deveria ser afastado da comunidade e os seus objetos deveriam ser destruídos.

Jesus inova, pois, esse conceito, curando o leproso. Isso é muito significativo, porque arranca o enfermo da morte social e da morte religiosa, é como um ressuscitar dos mortos aqueles que se encontravam mortos pela marginalização. Mas a ressurreição é feita por quem? Ela é feita por Deus. Por isso, a cura do leproso é reservada para Jesus Cristo.



Meus irmãos,

O leproso rompeu a restrição da lei judaica, aproximando-se de Jesus. O leproso deveria estar gritando a sua condição de imundo toda a vez que alguém se aproximasse dele.

E Jesus também irrompe a lei, porque chegar perto do leproso era tornar-se impuro dentro da lei judaica. Jesus não só chegou, mas tocou no leproso estendendo a sua mão. Esse gesto é significativo. É um gesto de profunda compaixão, a marca registrada de Jesus. Sua compaixão é fruto do amor, identificando-se com o outro. E essa identificação é antiga, desde a encarnação, entrando na condição de nossa história.

O egoísta não se preocupa com o outro. Mas o egoísmo é um sentimento que não pode ser próprio dos cristãos.  Por isso o leproso suplica angustiado, com humildade e confiança. O importante de tudo é que Jesus provocará uma crescente opção ao seu trabalho a partir do gesto de hoje. O Divino Mestre faz uma releitura das Leis Judaicas, pela sua autoridade própria, fazendo uma análise libertadora e salvífica.

O leproso pede de joelhos. Ressaltam aqui duas virtudes próprias de quem pede angustiado: humildade e confiança. O orgulhoso tem dificuldade de pedir. Jesus veio para os pobres. Andou com os leprosos. Caminhou com as prostitutas e os desvalidos da sociedade. Visitou os desprovidos e comeu com eles. Tomar refeição com os “lascados” significa participar de sua sorte, ter compaixão de sua situação.

Essa atitude está dentro do contexto da atitude de Jesus no episódio da cura da sogra de Pedro, como vimos no último domingo: “Ela se pôs a servi-los”. Servir sempre! Servir como imperativo da vida cristã. Serviço que vem da cura recebida e compromisso de uma vida nova. Serviço que é diaconia e anúncio, que é kerigma. Diaconia e Kerigma que superam o ritualismo e o legalismo. Diaconia e Kerigma que é a atitude de Jesus diante do Leproso e de todos nós em todos os tempos!



Meus irmãos,

Já a Segunda Leitura nos ensina uma regra de vida que vale para todos os momentos da vida diária. Paulo chega ao termo de suas considerações sobre o liberalismo dos Coríntios, com relação à questão de participar dos banquetes pagãos e a questão de comer carne sacrificada aos ídolos e depois vendida no mercado. O apelo é uma distinção entre a idolatria e a verdadeira fé. Tudo deve ser feito em constante ação de graças. Por isso, a regra paulina é geral: fazer tudo, comer, beber e todo o mais, de modo que se possa dar graças e louvor a Deus.



Irmãos e Irmãs,

É necessário deixar por último uma recomendação do Evangelho e de São Paulo: Jesus não queria publicidade. Jesus pediu ao leproso que não contasse como tinha sido curado. Trata-se da questão do chamado “segredo messiânico”, porque Ele não era mágico, e sim o Redentor do gênero humano.

Isso é muito importante hoje em tempos de tensão entre o anúncio e a exibição sensacionalista. Anunciar é preciso, usar muitos e eficientes meios de tornar o Santo Evangelho conhecido é essencial para a missão da Igreja. Fazer isso bem feito, com criatividade e caridade, é apenas dar ao Evangelho a importância que ele merece.

Na nossa vida devemos fazer tudo para a maior glória de Deus. O triunfalismo que busca a glória da instituição ou de qualquer agente evangelizador, porém, traz sempre o perigo de ser superficial e de acabar desviando o foco da mensagem. Uma Evangelização competente, entusiasmada e humilde, com grande diálogo, sem vaidade ou outros interesses menores, é um bom caminho para evitar que o irmão tropece na estrada da fé.


sábado, 11 de fevereiro de 2012

"Estou sofrendo e agora"?


Quantos de nós tivemos uma infância perfeita? Quantos de nós tivemos uma família perfeita? Quantos de nós tivemos pais perfeitos? E para que ninguém se sinta excluído dessa lista de perguntas a última é: Quantos de nós temos uma história perfeita, na qual tudo sempre deu certo?


Cada vez mais tenho a convicção de que esse tipo de pessoa não existe. Por isso se você teve ou tem problemas na sua história, se você tem traumas e feridas, que parecem eternas, porque não cicatrizam nunca, e se carrega dentro ou fora de si as lágrimas de um passado-presente que teimam em escorrer afogando esperanças e felicidade… então quero dizer que você não está sozinho e, assim como você, muitas pessoas passam por isso agora, e que, felizmente, existe uma forma para fazê-lo feliz mesmo que você tenha tido uma história tão difícil assim.


Se você tivesse a oportunidade de mudar alguma coisa na sua história, o que você mudaria? Com certeza, mudaríamos muitas coisas… Quem sabe aquela pessoa não tivesse morrido? Que eu não tivesse sido rejeitado… violentado… Queria ter recebido mais amor… Enfim, você conhece bem melhor que eu as cenas tristes desse filme. Se observarmos um pouco melhor vamos ver que, mesmo na vida de Jesus, aconteceram coisas que não foram assim muito boas; por exemplo; lembra o que José fez no primeiro instante quando soube que Maria estava grávida? “José, (…) resolveu rejeitá-la secretamente” (Mt 1,19).


E Jesus que estava no ventre de sua mãe também foi rejeitado (mesmo que isso tenha passado logo no coração de José (cf. Mt 1,20). Depois o Senhor sofreu o perigo do “infanticídio” ou mesmo de um “aborto” (pois se Herodes soubesse que Ele iria nascer e onde, certamente o mataria: cf. Mt 2,3). E quanto ao nascimento do Senhor nem preciso comentar… Viveu a pobreza tendo que fugir para o Egito (cf. Mt 2,14) e depois de ter amado “os Seus” sem reservas (cf. Jo 13,1), foi abandonado mais uma vez. Se a sua história não foi fácil saiba que a de Cristo também não o foi.


Jesus viveu em tudo a condição humana (exceto o pecado) (cf. Hb 4, 15), significa que Ele sabe o que é sofrer, significa que Ele sabe o que você sente. E mais: nas cenas mais assustadoras da sua história, se você observar um pouco melhor, vai descobrir que não estava sozinho (a). É verdade que você não é responsável pelo que fizeram com você no seu passado, mas é responsável pelo que vai fazer com isso no seu presente e no seu futuro.


Sabe o que mais? A sua história possui um Autor (com A maiúsculo); o autor é aquele que escreve, por isso determina como as coisas vão acontecer, como um filme, um teatro, uma novela, entre outros. Ainda que durante algum tempo “outros” tenham roubado o lugar do “Autor” e por isso essa história tenha começado de uma forma triste ou sombria, se você deixar o verdadeiro Autor tomar o lugar, que é d’Ele, tenha certeza de uma coisa: essa história não vai terminar como começou, a sua história vai ter final feliz!


O filme triste, que passava na sua cabeça das lembranças e pesadelos, ao qual você assistia com os olhos abertos, precisa, como vilões e os bandidos dos filmes a que assistimos, ser preso e destruído, colocado onde não possa mais lhe fazer mal. Por isso, denuncie para o verdadeiro Autor quem são os vilões da sua história, entregue-Lhe as feridas emocionais que ainda não foram cicatrizadas, entregue-Lhe aquelas situações que estão roubando a cena da sua vida.


Não permita que as coisas ruins, que as pessoas que o machucaram ou mesmo você, tomem o lugar do Autor, porque isso acabaria estragando a história que, mesmo com calvário e cruz, é chamada a ser história de ressurreição, apesar de todo sofrimento que Jesus viveu. Ele ressuscitou, exatamente porque o Pai (Deus-Pai), era e é o grande Autor da sua história; tenha certeza de que o mesmo Autor quer transformar de uma vez por todas sua história de terror em história de final feliz.
Padre Sóstenes Vieira
http://blog.cancaonova.com/padresostenes

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Evangelho do Dia



Mc 7, 31 - 37

Querido hoje comemoramos o dia de Santa Escolastica irmã de São Bento
É  frequente, em nosso ministério pastoral, encontrarmos afirmações como esta: estou cansado de ouvir palavras vazias... Palavras simplesmente palavras! E diante desta realidade em vivemos e estamos meditando hoje, me surge o questionamento: nós que anunciamos a palavra, o Verbo encarnado estamosrealmente ouvindo como discipulos?

Neste Sábado Missa de Cura e Libertação

Missa de cura e libertação dia 11 de Fevereiro




Neste mês de Fevereiro devido as os vários eventos que serão realizados em nossa paroquia ,  na semana do carnaval, como retiro dos jovens , e outros estaremos antecipando o Dia da Missa de Cura e Libertação para o dia 11 de Fevereiro as 20:00 horas. 


Pois quando confiamos e acreditamos, o Senhor tem o poder, de realiza milagres em nossas vidas,casas,e em nossas famílias.
Tema: Realiza um milagre em mim.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Evangelho do Dia

Mc 7, 24 - 30

Os estudiosos da Sagrada Escritura sempre viram na mulher siro - fenicia um modelo acabado de fé e oração unidas, isto é de fé suplicante. Esta mulher não apenas demosntra fé, mas demonstra também a oração da fé, ou seja, a oração que brota da fé.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Ritos Iniciais


A missa, como toda celebração cristã é ação simbólica e ritual, uma reunião festiva, um encontro e não uma simples reza, ou ação devocional! 
     
E quem é sujeito desta ação, quem participa desta reunião, quem realiza este encontro?
     
Podemos afirmar que a Trindade, o Pai, o Filho e o Espírito Santo é que toma a iniciativa nesta ação e se mantém como agente invisível, atuando em nós, e através de nós, seu povo reunido. Somos, então o sujeito visível desta ação realizada em conjunto com Deus. Ele nos convida, nos convoca para que, reunidos como irmãos e em seu nome, celebremos com Ele uma aliança de amor e compromisso.
     
A primeira resposta que damos a esta convocação é nossa decisão interior, alegre e convicta de sair de casa e caminhar para o local da celebração. Nossos passos, nossa caminhada pessoal feita no decorrer da semana, junta-se com a caminhada comunitária e social de tantos que peregrinam pelas estradas do mundo em busca de justiça, fraternidade e paz. Junta-se também com todo o universo.Temos aí a primeira ação simbólica, abrindo a celebração. São os ritos iniciais.
     
Ao chegar, é o próprio Deus que nos acolhe nos gestos fraternos das pessoas que prepararam com carinho o local, das pessoas que estão à porta nos recebendo afetuosamente, das que criam um clima alegre de entrosamento e oração, ensaiando os cantos para que toda a assembléia, constituindo-se com Cristo, um só corpo, entoe numa só voz, o louvor pascal ao Pai. 
      
É o Senhor Ressuscitado na pessoa de quem preside que, de coração, nos saúda, abre a reunião em nome da Trindade, acolhe com amor os motivos que trazemos para celebrar e apresenta-os em oração ao Pai na comunhão do Espírito Santo. 
     
Nossa resposta é primeiro uma bênção, uma bendição a Deus que nos congrega pelo Espírito Santo, em Cristo: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo. A seguir, pelo ato penitencial, confessamos a bondade e a misericórdia de Deus que sempre ultrapassa nossas falhas e pecados. No tempo pascal e aos domingos renovamos nosso compromisso batismal com o rito de aspersão com água.                                                                                                                              
     
O encontro não é só de Deus com seu povo ou de irmãos entre si. A celebração é também o encontro do povo com seu Deus. Ele nos chama, nos reúne e nós, chegamos, nos apresentamos, ainda que pecadores, para escutar sua palavra, proclamar sua ação salvadora e firmar nova aliança em seu amor.
     
Os ritos iniciais são um conjunto de vários elementos: procissão e canto de abertura, beijo do altar, saudação, recordação dos fatos da realidade, aspersão com água, retomando o batismo, ou ato penitencial, ou abraço da paz,  a ladainha do "Senhor, tende piedade de nós", o canto do "Glória".  Chegada e acolhida do povo sacerdotal, convocado pelo Pai, e congregado em Cristo pelo Espírito
     
O ponto alto e elemento indispensável dos ritos iniciais é a oração inicial, feita por quem preside, após oração silenciosa da assembléia que se dispõe a entrar em diálogo com Deus no rito da Palavra.

Perguntas para reflexão pessoal e em grupos:
1-     Qual a finalidade dos ritos iniciais na missa? 
2-     O que fazer para que esta finalidade seja atingida? 
3-     O que fazer para que este sentido seja vivido por toda a assembléia?

Fonte: Maria de Lourdes Zavarez


Nota de Falecimento



 Pe. Nivaldo Vitorino da Silva  
*20/03/1974  -   08/02/2012


“Vinde, bendito de meu Pai! Recebei em herança o Reino que meu Pai vos preparou desde a criação do mundo!” (Mateus 25,34)

A Diocese de Presidente Prudente comunica com pesar e com grande confiança na misericórdia divina o falecimento do padre Nivaldo Vitorino da Silva, 37, acontecido nesta madrugada de 8 de fevereiro em decorrência de falência múltipla de órgãos.

Nascido aos 20/03/1974 em Álvares Machado (SP), filho de Natalício Vitorino da Silva (in memoriam) e Maria Rosa Cavalcante, Nivaldo Vitorino da Silva era padre desde 21/4/2008 e lutava contra um câncer a cerca de um ano.

O velório será na Igreja Matriz Santa Luzia, na cidade de Anhumas – onde era pároco – a partir das 11h; uma missa de corpo presente será celebrada às 17h. Às 18h o corpo será transladado para a igreja Matriz São José na cidade de Álvares Machado, onde será velado a partir das 19h. Na quinta-feira, dom Benedito Gonçalves dos Santos, bispo diocesano, celebrará missa de corpo presente às 9h. Após a missa sairá o cortejo para o Cemitério São João Batista em Presidente Prudente, onde será sepultado no jazigo dos padres.

Informações na Cúria Diocesana pelo telefone (18) 3918-5000 ou na secretaria da Paróquia Santa Luzia da cidade de Anhumas pelo telefone (18) 3286-1266.

Fonte: Setor Diocesano de Comunicação

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terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Comissão episcopal discute importância de associações familiares

Jéssica Marçal

Da Redação


CNBB
Assim como outras instituições, a família tem o direito de reivindicar seus direitos, até mesmo como forma de solucionar os problemas que afetam diariamente o ambiente familiar. Um auxílio para esta tarefa pode ser a associação familiar, que tem sido alvo de discussão na Comissão Episcopal para Vida e Família da CNBB.

O tema foi destaque da reunião realizada pela comissão na última segunda-feira, 6. O assessor da comissão, padre Wladimir Porreca, ressaltou a importância do assunto. “As associações da família foram o tema mais central que nós tivemos porque houve a preocupação de que a família seja estimulada a reivindicar os seus direitos”.

Ele lembrou ainda que igrejas do mundo inteiro estão mobilizadas em torno dessa temática e que a comissão quer criar um estatuto para fazer com que haja mais associações de famílias nas dioceses e nas paróquias. O objetivo é permitir maior reivindicação dos trabalhos.

Desafios
Além de explicar as diretrizes que a comissão episcopal para Vida e Família da CNBB está traçando para este ano, o sacerdote comentou o as dificuldades que as famílias enfrentam nos dias de hoje.

“O maior desafio é o que estamos trabalhando esse ano a pedido do papa: que a família saiba conciliar o trabalho e a festa. Hoje, com a questão do trabalho, da busca do lucro pelo lucro, a família está gastando pouco tempo com ela mesma. A competição, o individualismo e o relativismo têm feito com que a família esteja perdendo os valores que estão dentro dela mesma”.

O padre completou dizendo que uma das propostas é fazer a família aproveitar mais as festas familiares, em especial a santa missa. Ele revelou, ainda, qual o grande valor da instituição familiar. “A maior riqueza que a família tem é o valor da própria família. Uma preocupação é fazer com que ela descubra que, por si só, ela é um bem para a sociedade”.

A reunião
Os participantes também discutiram a Semana Nacional da Vida, os preparativos para a Semana Nacional da Família, que será realizada em agosto, e o trabalho do Instituto Nacional da Família e da Pastoral Familiar (Inapaf).

De acordo com o padre Wladimir, a formação dos membros da Pastoral da Família também é uma preocupação da comissão. “Nós também trabalhamos sobre o Inapaf, que envolve um curso de formação da nossa pastoral familiar. A preocupação é formar os novos agentes de pastoral e, nesses anos de 2012 e 2013, fazer com que as pessoas tenham mais acesso e organização”.

O padre também comentou que a comissão quer falar sobre os filhos no próximo ano. A ideia é realizar um trabalho voltado para os filhos. “Já que vai ter a Jornada Mundial da Juventude, nós estaremos juntos abordando a questão dos filhos durante o ano de 2013”, contou padre Wladimir.